terça-feira, 18 de outubro de 2016

A ilha deserta: perdidos de prazer - primeiro capítulo

Leia aqui o primeiro capítulo do livro A ilha deserta: perdidos de prazer

Paul e Jennifer estavam distraídos olhando as águas do oceano ao longo do horizonte. Tudo estava calmo e em aproximadamente trinta minutos estariam chegando à Porto Rico.
De repente eles foram surpreendidos por um solavanco seguido de um barulho que parecia vir de um dos motores do avião.
— O que foi isso? — perguntou Jennifer assustada.
— Parece que estamos com um problema no motor esquerdo. — respondeu Scott o piloto do bimotor em que estavam.
— Isso quer dizer que vamos cair? — perguntou Paul.
— Se o motor parar totalmente teremos sérios problemas — respondeu Scott.
Todos ficaram apreensivos e Jennifer parecia paralisada de tanto medo que estava sentido. De repente houve um terrível silêncio no lado esquerdo e os dois perceberam que o motor havia parado definitivamente.
— Agora estamos com sérios problemas, vou tentar pousar na primeira ilha que avistar.
O avião já não tinha estabilidade, Paul e Jennifer já se preparavam para morrer quando Scott avisou que estavam se aproximando de uma ilha.
— Talvez não consigamos chegar ao nosso destino, é melhor tentarmos um pouso forçado, temos mais chance do que cairmos em alto mar — disse Scott gritando, mas não querendo os desesperar.
Aquelas palavras não eram as que eles queriam ouvir naquele momento, mas entre morrer afogado ou se espatifar no solo de uma ilha, pouco importava a diferença. Os dois conferiram se os cintos estavam bem firmes e aguardavam a morte ao se chocarem contra a ilha. Jennifer fechou os olhos e se protegeu se abaixando na poltrona. Paul segurou-se firme.
O avião começou a perder altitude e já era possível avistar a ilha. Quando Scott tentou aterrissar na praia, a asa direita do avião bateu em um coqueiro e ele perdeu totalmente o controle da aeronave. Ninguém conseguia ver mais nada, ouvia-se apenas o barulho do avião batendo em tudo o que tinha pela frente, depois de uma sequência de batidas o avião finalmente parou já dentro da mata. Por sorte não havia nenhuma árvore grande pelo caminho.
Foi grande a surpresa quando Paul percebeu que apesar de tudo os dois ainda estavam vivos. No entanto, não conseguiam ver se tudo estava bem com Scott.
Paul soltou-se e depois ajudou Jennifer a soltar o cinto de segurança que tinha ficado enroscado.
— Você está bem Jennifer?
— Sim Paul. Apesar de tudo estou bem. Na verdade pensei que fosse morrer e estou apenas com alguns arranhões.
— Eu também pensei que fosse o fim. Vamos ver se está tudo bem com Scott. Não ouvi a voz dele depois que o avião parou.
Os dois conseguiram sair do lugar que estavam e viram que a cabine do avião estava totalmente destruída. Logo avistaram o corpo de Scott caído sobre o painel do avião.
— Não olhe Jennifer. Scott está morto.
Paul a abraçou.
— Ele salvou nossas vidas, mas não conseguiu salvar a dele. Precisamos sair daqui, o avião pode explodir — disse Paul.
Depois de certo esforço Paul conseguiu abrir a porta do avião e os dois saíram levando apenas as mochilas que carregavam.
— Está vazando combustível, vamos nos afastar daqui — disse ele.
Quando os dois conseguiram alcançar a praia ouviram uma forte explosão e viram as chamas consumindo o avião.
— Conseguimos sair a tempo. Mais alguns minutos e teríamos virado churrasco.
— E agora o que vamos fazer? — perguntou Jennifer ainda assustada com tudo o que havia acontecido.
— Podemos sentar aqui na areia e aguardar pelo próximo avião.
— Não seja bobo Paul. Eu quero saber como fazemos para sair daqui?
— Não sei se você já percebeu, mas provavelmente estamos em uma ilha desabitada em algum lugar próximo à Porto Rico e as chances de nos encontrarem aqui são bastante remotas. Talvez ainda nos lamentemos por não termos morrido na queda do avião.
Neste momento Jennifer começou a chorar. Agora ela começava a perceber tudo o que estava acontecendo. Longe de sua família, das pessoas que ela amava, com fome, sede, perdida em uma ilha com seu colega de trabalho. Paul a abraçou até que finalmente ela parou de chorar.
— Se acalme, precisamos pensar. Nossos celulares não funcionam aqui, o rádio do avião queimou na explosão, isso quer dizer que não temos como avisar que estamos aqui nesta ilha. Logo eles vão notar o nosso desaparecimento, mas é pouco provável que nos encontrem ainda hoje, isso para não dizer impossível. Precisamos encontrar alguma coisa para comer e também temos que fazer um abrigo.
— E nós vamos comer o quê?
— Não seja boba Jennifer, vamos comer aquilo que encontrarmos, frutas, peixes. Ou você pretende ir ao restaurante mais próximo?
— Para começar vou providenciar água de coco para que possamos matar nossa sede. O avião derrubou alguns cocos ao bater antes de cairmos.
Paul pegou alguns cocos e usou uma pedra para parti-los, os dois saciaram a sede e depois comeram parte do coco que já estava maduro.
Os dois ficaram sentados na areia e observavam a imensidão do mar azul, nenhum sinal de que ao menos um barco passaria por ali.
Depois de algum tempo...
— Fique aqui, irei onde está o avião para ver se consigo encontrar algo que sirva para cortar madeira.
— Eu vou com você.
— Tem certeza Jennifer? O corpo de Scott está carbonizado e talvez você não queira ver isso.
— Não quero ficar sozinha aqui.
Os dois caminharam até o local e a vegetação ao redor do que sobrou do avião estava toda queimada ainda com fumaça sendo expelida. Paul foi até a frente do avião e conseguiu arrancar um pedaço da hélice que estava quebrada.
— Isso aqui deve servir para o que eu pretendo fazer — disse Paul.
Jennifer olhava para o que havia sobrado do avião e perguntou.
— Onde está o corpo de Scott?
— Aquilo é o que sobrou dele — disse Paul apontando na direção.
Jennifer ficou horrorizada, não imaginava que um corpo carbonizado se resumiria a aquilo, em seguida saiu correndo dali e retornou para a praia.
— Eu lhe disse que seria melhor ter ficado aqui — disse Paul ao alcançá-la.
— É que eu não imaginava que veria aquilo, talvez fosse melhor ter ficado por aqui mesmo. Coitado do Scott. Mas me diga o que pretende fazer com isso.
— Vou cortar algumas estacas e fazer um abrigo para que possamos dormir.
— Vamos dormir em uma barraca e ainda por cima juntos? — perguntou Jennifer.
— Se você tiver outra escolha, pode dormir lá no que sobrou do avião. Scott lhe fará companhia.
— Seu idiota — disse Jennifer lhe jogando um punhado de areia.
— Cuidado! Se você não se comportar eu faço uma cabana apenas para mim. Já que você não quer ficar sozinha venha me ajudar. Vamos deixar as mochilas aqui, afinal ninguém irá roubá-las.
Os dois caminharam um pouco dentro da mata e logo Paul encontrou algo que serviria. Depois de muito esforço conseguiu cortar algumas varas de bambu e alguns cipós. Paul carregou as estacas e Jennifer os cipós. Usando as técnicas de sobrevivência que havia aprendido no exército ele cavou a areia e fixou as estacas, em seguida utilizou o cipó para fixá-las no topo formando uma espécie de barraca.
— Agora precisamos de algumas folhas de coqueiro para cobrir. Acredito que aquelas do coqueiro caído são o suficiente.
Paul colocou as folhas sobre a barraca e as fixou com os cipós.
— O que achou Jennifer?
— Não sei se isso irá nos proteger de alguma coisa, mas como não temos escolha está bom. Estou ficando com fome, você não tem nada para comer em sua mochila?
— Absolutamente nada. Vou tentar pegar alguns peixes antes do anoitecer para que possamos saciar nossa fome.
Paul pegou uma estaca em forma de arpão e amarrou um cipó na outra extremidade, em seguida caminhou até a beira do mar procurando um lugar apropriado para pescar.
Jennifer ficou na barraca observando à distância. Estava com a bexiga doendo de vontade de fazer xixi, ela então foi atrás da barraca onde Paul não poderia avistá-la. — Meu Deus! Como é que iremos tomar banho — pensou ela.
Aproximadamente uma hora mais tarde Paul retornou trazendo um peixe.
— Aqui está o nosso jantar. Vamos comer?
— Você não está querendo insinuar que teremos que comer peixe cru? Eu odeio sushi.
— Pensei que você estivesse com muita fome, mas não se preocupe. Eu tenho um acendedor que carrego sempre em minha mochila, também tenho um canivete. Nunca sabemos quando vamos precisar. Enquanto eu preparo o fogo você limpa o peixe.
— Limpar o peixe! Mas ele já não está limpo, foi retirado da água?
— Então você acredita que os peixes saem da água prontos para irem ao forno? Eu não ouvi uma coisa dessas? Estou me referindo às vísceras, tripas se é que me entende.
— Credo que nojo. Se eu fizer isso não terei coragem de comer depois.
— Tudo bem, pode deixar que eu faço todo o serviço, mas por causa disso nosso jantar vai demorar um pouco mais para ficar pronto.
Paul arrumou alguns gravetos e fez uma espécie de churrasqueira improvisada, depois colocou alguns pedaços de madeira e acendeu o fogo. Depois limpou o peixe. Em menos de uma hora o peixe já estava assando.
— Paul. O sol irá se por daqui a pouco e ainda não tomei banho.
— Realmente acha que é necessário?
— Sim. Jamais em toda a minha vida passei um dia sem tomar banho.
— O peixe ainda vai demorar um pouco para ficar pronto.  Se quiser pode tomar banho antes do jantar.
— Tomar banho, onde?
— Não me faça rir Jennifer. Olhe o tanto de água a sua volta e você me pergunta onde irá tomar banho? Sei que a água é salgada, mas enquanto não encontrarmos um local mais adequado esse é o único jeito.
— Promete que não vai olhar para mim enquanto eu estiver sem roupa? É impossível tomar banho sem ficar nua.
— Não seja boba Jennifer. Estamos aqui perdidos nesta ilha e nem ao menos sabemos se iremos sobreviver e você está preocupada com isso. A única pessoa que pode ver você nua sou eu e no momento estou aqui cuidando de nosso jantar. Mas se você quiser pode ir para bem longe para que não fique ao alcance da minha vista.
— Por acaso você tem uma toalha aí? — perguntou Jennifer.
— Não. Não costumo carregar toalhas. Sempre utilizo a do hotel.
— E agora o que eu faço?
— Fique nua e espere seu corpo secar, depois você veste a roupa limpa, acredito que você tenha roupas limpas.
— Sim, são poucas, mas tenho. Como ficaríamos apenas um dia em Porto Rico eu trouxe apenas o suficiente.
Jennifer caminhou até a beira da praia e encontrou um lugar não muito distante de Paul. Não queria que ele pudesse vê-la nua, mas também tinha medo de se distanciar muito e quem sabe passar por algum perigo. E se aquela ilha não fosse deserta como eles imaginavam?
Ela olhou para trás e certificou-se de que Paul não estava olhando e então começou a tirar a roupa. Primeiro tirou a blusa e o sutiã, em seguida a calça branca que usava e a calcinha. Então entrou na água molhando as pernas até a altura dos joelhos e começou a se lavar. Na verdade, aquilo não era um banho de verdade, mas era a única coisa que Jennifer tinha a disposição naquele momento.
Enquanto isso, Paul olhava mais para a praia do que propriamente para o peixe que estava assando. Já tinha visto algumas mulheres nuas, mas nunca assim em uma praia deserta a algumas dezenas de metros dele. Paul ficou encantado com as curvas de Jennifer, apesar de se conhecerem a algum tempo ele nunca imaginou que ela tinha aquele corpo tão maravilhoso. Quando ela se virou para pegar as roupas, Paul fingiu não estar olhando. Então Jennifer vestiu as roupas limpas e voltou para perto de onde ele estava.
— Nossa! Você vestiu a roupa com o corpo molhado. Pode pegar um resfriado.
— Com o calor do fogo vai secar rapidinho.
Paul viu que ela não usava sutiã e a blusa sobre a pele molhada revelava tudo o que ele desejava ver a poucos minutos antes. Estava sentindo desejo por sua colega de trabalho. Não acreditava que aquilo estava acontecendo, mas gostava muito do que via.
— O peixe está pronto, vamos comer.
Jennifer pegou um pedaço e colocou na boca.
— Está um pouco sem sal — disse ela.
— Sim, não tive tempo de ir ao supermercado — retrucou Paul.
— Não seja bobo Paul, só disse que o peixe está sem sal.
— Sem sal, sem tempero, é um peixe direto do mar. Deveria dar graças a Deus por ter isso para comer.
— Desculpe Paul. Sei que se não fosse por você estaríamos tomando água e comendo coco apenas.
— Para mim o peixe está uma delícia. Agora vamos deixar de conversa e comer isso logo — disse Paul.
Depois de alguns minutos...
— Agora você lava a louça que eu vou tomar banho — brincadeirinha — disse Paul antes que Jennifer tivesse tempo de se irritar.
Ele então pegou apenas uma sunga e foi tomar banho. O sol ainda não havia se posto completamente e Jennifer conseguia ver seu corpo contra os raios do sol. Ela não queria olhar, mas não conseguia evitar aquilo. Jamais tinha visto um homem nu naquela situação e como aquilo mexia com ela. Paul não tinha o corpo do tipo atlético, mas era o suficiente para fazer uma mulher suspirar. Estava ficando excitada e com pensamentos eróticos.
— O que está acontecendo comigo, estou sentindo atração pelo Paul — pensou ela.
Depois de tomar banho Paul retornou utilizando apenas a sunga e se aproximou do fogo. Jennifer não conseguiu desviar o olhar e ficou envergonhada quando Paul percebeu para onde ela estava olhando, mas ele deu apenas uma risadinha. Quando já estava completamente seco vestiu uma camiseta e um short que estava em sua mochila.
— Vou dormir, estou bastante cansado e com sono.
— E aonde iremos nos deitar, na areia? — perguntou Jennifer.
— Pode ser, mas podemos utilizar nossas roupas usadas para forrar o chão, o que acha?
— Não é nenhum lençol de seda, mas ajuda um pouco — respondeu ela.
Depois de colocarem as roupas estendidas no chão e quando Paul se preparava para deitar, Jennifer disse.
— Estou com sede.
— E o que você quer que eu faça? Busque água na geladeira? Tudo bem, eu vou abrir um coco para nós dois.
Depois de saciarem a sede finalmente se deitaram. Paul se virou para o lado e Jennifer puxou conversa.
— Será que alguém irá nos encontrar aqui nesta ilha?
— Não sei, talvez fiquemos aqui para o resto da vida, talvez nos encontrem amanhã, daqui a um ano, quem sabe.
— Vire essa boca para lá, eu tenho apenas três trocas de roupa e como nós sobreviveríamos o resto da vida comento apenas peixe e tomando agua de coco?
— Amanhã nós vemos isso, quem sabe encontramos um rio de água doce e matamos algum animal para que possamos comer, mas agora me deixa dormir.
— Paul.
— O que é Jennifer?
— Preciso ir ao banheiro e tenho medo de sair no escuro.
— Não tem perigo algum, vá aqui atrás da barraca, se é que você quer fazer o número um, é lógico.
— Sim. Tomei muita água e agora preciso fazer xixi.
Jennifer então se levantou e foi atrás da barraca, mas Paul disfarçadamente ficou espiando pela fresta. Aquilo o deixou absurdamente excitado.
Logo em seguida...
— Agora podemos dormir?
— Sim. Boa noite Paul.
— Boa noite Jennifer.

**********

Naquela manhã Paul e Jennifer estavam em um aeroporto da cidade de Miami e se preparavam para viajar a Porto Rico, a viagem duraria apenas um dia. Os dois precisavam fechar um acordo com uma empresa de turismo, isso fazia parte dos negócios da empresa para a qual os dois trabalhavam.
Paul era encarregado dos contratos e Jennifer era responsável por assessorar ele na escolha dos melhores hotéis para que a empresa pudesse fechar os acordos.
Paul era alto com seus 1,80 m. e cabelos escuros, formou-se em administração depois de servir ao exército por três anos. Já estava há dois anos na empresa e tinha vinte e cinco anos.
Jennifer não passava de 1,65 m, cabelos louros, pele clara e um lindo sorriso. Formada em hotelaria e turismo trabalhava na empresa há apenas seis meses e estava com vinte e três anos. Os dois se davam bem profissionalmente, nada, além disso, Paul não tinha namorada e Jennifer também estava sozinha no momento.
Logo que os dois entraram no avião bimotor, o piloto que se apresentou pelo nome de Scott pediu para que eles colocassem o cinto de segurança. Jennifer hesitou, mas Paul acabou a convencendo que era para sua segurança. O avião decolou e depois de algum tempo o voo estava perto do fim, foi quando o inesperado acabou acontecendo.
 

A vizinha dos sonhos: primeiro capítulo

Leia aqui o primeiro capítulo do livro A vizinha dos sonhos









Harry carregava sua mala através do corredor e depois de caminhar aproximadamente vinte passos parou em frente à porta de seu novo apartamento. Colocou a chave na fechadura e quando estava na eminência de girar a chave ouviu a porta à suas costas se abrindo. Sentiu um cheiro adocicado de perfume estonteante e quando olhou para trás viu aquela linda mulher que como num passe de mágica fez o seu corpo incendiar.
Ela usava um vestido que ficava um pouco acima da altura dos joelhos e a cintura absolutamente perfeita se desenhava até encontrar seus seios exuberantes que estavam parcialmente descobertos pelo decote do vestido. Os lábios delicados cobertos por um batom vermelho cor de sangue e aqueles lindos olhos azuis que iluminavam um rosto delicado com seus cabelos loiros caindo sobre os ombros. Harry estava hipnotizado com o que via e ficou ali parado quase babando com a boca entreaberta.
— Olá! Você será meu novo vizinho? — perguntou ela.
Harry ainda estava paralisado e não acreditava que aquela linda mulher estava lhe dirigindo a palavra.
— Desculpe-me. Sim. Vou morar aqui por algum tempo. Permita me apresentar, meu nome é Harry — disse ele ainda meio que desestabilizado.
— Seja bem-vindo. Meu nome é Samantha.
— Prazer em conhecê-la Samantha.
— O prazer é todo meu, outra hora a gente conversa, agora eu preciso ir — disse ela com aquela boca maravilhosa e então caminhou até o elevador enquanto Harry a devorava olhando para sua bunda onde era possível ver perfeitamente a marca que a calcinha fio dental deixava em seu vestido.
Harry abriu a porta do apartamento e deixando a mala no chão correu para o banheiro para se masturbar. Ele ainda era virgem e ver uma cena daquelas não passaria sem consequências, precisava daquilo para aliviar o seu desejo.
Ainda com a imagem de Samantha em sua mente, Harry abriu a janela do apartamento e respirou um pouco de ar puro. Em seguida organizou suas roupas e tudo mais o que precisa, não teve muito serviço porque o apartamento estava todo mobiliado e bastante organizado.
Harry mudou-se para aquele apartamento para ficar mais próximo da universidade. Depois de pesquisarem bastante, seus pais alugaram o apartamento e acreditavam que ele estaria seguro ali naquele prédio. Passaria o dia estudando, se alimentaria no local mais apropriado e dormiria todas as noites em um apartamento seguro, longe de drogas, das más amizades e das prostitutas. Porém, eles não imaginavam o quanto estavam errados, pelo menos em parte.
Naquela tarde Harry estava deitado no sofá assistindo a TV, quando escutou a porta da frente se abrir ele foi correndo no olho mágico da porta para ver Samantha mais uma vez. Ela estava terminando de fechar a porta, mas o cheiro do seu perfume entrou por baixo da porta e invadiu o apartamento dele.
Harry abriu a porta e observou se o corredor estava vazio. Silenciosamente caminhou até a porta do apartamento de Samantha e se abaixou para olhar pelo buraco da fechadura. Para sua sorte a chave estava fora do buraco e então ele pode ver que ela começava a se despir ali mesmo na sala tirando os sapatos e as meias e jogando num canto. Harry enlouqueceu de desejo, ainda mais quando percebeu que Samantha tiraria toda a roupa.
Samantha tirou o vestido num gesto de sedução como se estivesse fazendo um strip-tease ou como se soubesse que alguém estava a observando. Em seguida desabotoou o sutiã de renda deixando aqueles seios maravilhosos de bicos rosados apontando para cima como se estivessem na anciã de serem abocanhados por um homem faminto por sexo. Logo após deixá-lo sobre o sofá tirou a calcinha fio dental vermelha que usava e jogou-a ao chão deixando Harry com vontade de arrancar aquela porta e fazer sexo como um selvagem jogando Samantha no tapete da sala e transando com ela ali mesmo.
O suor molhava a roupa de Harry e o medo de que alguém o vise espiando pela fechadura quase o fez voltar para seu apartamento, mas quando ele viu que Samantha saiu andando com aquele lindo traseiro em direção ao banheiro e deixou a porta aberta para tomar banho, então ele não conseguiu desgrudar o olho daquela fechadura. Mesmo que fosse expulso do prédio, mesmo que seus pais soubessem o motivo, mesmo assim aquilo teria valido a pena mais do que qualquer coisa que viesse a acontecer e qualquer castigo que lhe fosse aplicado.
A porta do banheiro ficava perfeitamente na direção da porta de entrada do apartamento e o banheiro não tinha box. Samantha abriu o chuveiro e entrou debaixo da água e depois ensaboou todo o corpo acariciando os seios e depois sua parte íntima fechando os olhos como se estivesse sentindo prazer ao ser tocada por ela mesma. Harry estava quase explodindo de tesão. Samantha então terminou o banho e enrolou-se numa toalha e saindo do banheiro foi para o quarto e então ele a perdeu de vista. Aguardou mais alguns minutos, mas ela retornou já totalmente vestida, então ele voltou para seu apartamento e foi se aliviar mais uma vez.

***************

Na manhã seguinte era o primeiro dia de aula de Harry na Universidade da Califórnia em Berkeley. Ele foi um dos primeiros a chegar e em poucos minutos a sala onde seria a aula inaugural estava quase lotada. Havia uma cadeira vazia a seu lado e de repente entrou pela porta a mulher que quase o enlouquecera de desejo no dia anterior. Samantha estava mais decentemente vestida e usava óculos de leitura o que dava a ela um ar de intelectual, nada comparado a estonteante e sedutora mulher do dia anterior, mesmo assim Harry não conseguia tirar da mente as imagens que tinha daquele corpo completamente nu. Tentou disfarçar, não queria que ela desconfiasse de alguma coisa.
Samantha sentou-se a seu lado e o cumprimentou.
— Olá, como vai? — Não sabia que seriamos colegas de turma.
— Oi. Tudo bem — é muita coincidência mesmo, moramos no mesmo prédio, nos conhecemos ontem e agora vamos estudar juntos.
— Sim, é muita coincidência. Como você vê minha idade não é compatível com a idade do resto da turma, mas depois de várias tentativas frustradas agora eu vou concluir esse curso. Comecei duas vezes e desisti logo no início, mas agora vou até o fim, aconteça o que acontecer.
— Lhe desejo boa sorte desta vez.
— Obrigada! Se precisar de minha ajuda para alguma coisa é só falar — disse ela com aquele sorriso sedutor e aqueles lábios que ele desejava beijar.
Harry tinha apenas dezoito anos e ele já havia percebido que Samantha tinha um pouco mais de idade, vinte anos, vinte e um anos talvez, mas ele não se atreveu a perguntar.
Naquela noite Harry estava em seu apartamento olhando alguns livros e analisando o conteúdo das disciplinas do curso. Eram por volta das vinte horas quando ele ouviu a porta do apartamento de Samantha se abrir e olhou através do olho mágico da porta e viu que mais uma vez ela estava vestida excessivamente sedutora e perfumada e estava de saída.
Harry ficou pensativo. Aonde ela iria vestida daquele jeito? Samantha seria uma garota de programa? Isso poderia explicar muita coisa — pensou ele.
Eram aproximadamente vinte e três horas quando Samantha retornou e Harry preparava-se para dormir. Ele aguardou até que ela fechasse a porta e então saiu no corredor, sempre tomando muito cuidado para que ninguém percebesse sua intenção. Mais uma vez se aproximou da fechadura e olhou pelo buraco. Ou Samantha tinha o costume de deixar a chave fora da porta, ou realmente a porta estaria aberta — pensou ele.
Samantha colocou a bolsa em cima do sofá e em seguida começou a se despir. Desta vez mais rapidamente e ficou completamente nua em alguns segundos, em seguida entrou no banheiro e fechou a porta. Depois de alguns minutos saiu completamente nua e foi em direção à porta de entrada. Harry correu e entrou em seu apartamento e então escutou Samantha colocando a chave e fechando a porta do apartamento. Definitivamente a porta estava apenas encostada.
Harry desejava loucamente aquela mulher, mas sabia que a possibilidade de transar com ela seria o mesmo que o impossível multiplicado por um bilhão de vezes. Jamais uma garota linda como aquela lhe daria bola. Ele então deitou na cama e ao adormecer sonhou que havia passado a noite no apartamento de Samantha e os dois haviam feito sexo pela primeira vez. Ao acordar percebeu que estava com a cueca toda manchada.
Os dias se passaram e Samantha passou a ser sua melhor amiga na universidade, apesar de que Harry queria ser um pouco mais íntimo, eles estudavam juntos e lanchavam juntos algumas vezes. A única coisa que intrigava Harry era a maneira de Samantha se vestir. Totalmente comportada na universidade e extremamente sexy quando saia de casa para outros lugares. Ela não comentava nada sobre aquilo, pois sabia que Harry tinha conhecimento de suas duas personalidades e ele também não tinha coragem de perguntar nada a ela.
Em uma noite que os dois estavam livres combinaram de se reunir para estudar no apartamento de Samantha. Conforme combinado, às dezenove horas Harry bateu na porta do apartamento, logo em seguida ela a abriu e convidou-o para entrar.
Samantha usava uma roupa despojada, uma blusa branca com a gola caída em um dos ombros mostrando a alça do sutiã branco e uma minissaia cor de rosa mostrando perfeitamente as coxas que Harry ainda não havia visto. Ela perguntou se ele bebia algo e respondeu que apenas refrigerante. Samantha então foi à geladeira e abaixou-se para pegar a garrafa empinando a bunda e mostrando quase toda a calcinha branca fio dental que usava. Harry suou frio, mas tentou parecer que tudo estava absolutamente normal.
— Nossa! Você está suando e nem está tão calor assim. Está se sentindo bem? — disse Samantha ao retornar com o refrigerante.
— Sim, estou bem. É que eu costumo suar até mesmo em dias mais frescos como hoje.
Samantha serviu o refrigerante com uma pedra de gelo em cada copo e depois eles começaram a estudar. Mais tarde os dois estavam sentados no sofá frente a frente e faziam perguntas um ao outro para ver qual era o grau de conhecimento de cada um sobre o assunto. Apesar da saia curta, Harry conseguia ver apenas aquelas coxas deliciosas que se estivessem afastadas poderiam levar qualquer homem a cometer uma loucura. Então em um gesto simples Samantha cruzou as pernas mostrando o caminho da perdição e deixando Harry alucinado de desejo. Ele já não conseguia esconder sua ereção por sob a calça e como já era tarde se despediu e foi para o seu apartamento.
Ficou com vergonha, pois talvez Samantha tivesse percebido sua excitação, mas qualquer homem no lugar dele teria ficado na mesma situação.

***************

Na universidade estava tudo normal. Harry tirava boas notas e Samantha não o enlouquecia de desejo como fazia fora dali. Ele não queria Samantha como namorada, a única coisa que sentia por ela era atração física, mas se ela desse ao menos uma chance ele aproveitaria com toda a certeza deste mundo.
Passaram algumas semanas e Harry continuava com o costume de espiar Samantha nua através do buraco da fechadura. Nem sempre tinha a mesma sorte, algumas vezes a chave o impedia de olhar pela fechadura. Também houve um dia em que quase foi pego em flagrante por outro morador do prédio. Mesmo assim ele ainda arriscava. Ter a oportunidade de ver uma mulher nua era muito melhor do que os filmes pornôs que ele estava acostumado a assistir.
Era um domingo à noite por volta das vinte e duas horas, quando Harry ouviu Samantha caminhando pelo corredor e depois entrando em seu apartamento. Como de costume ele aguardou até que ela fechasse a porta e cuidadosamente se aproximou da fechadura e olhou pelo buraco que estava livre outra vez. Samantha tirou o vestido e deixou no quarto e veio caminhando em direção à sala apenas de calcinha. De repente ela desapareceu de sua visão e antes que ele percebesse a porta se abriu e ele caiu aos pés de Samantha que estava verificando se a porta estava fechada antes de ir tomar banho.
— Harry! O que você estava fazendo aqui encostado em minha porta?
Ele pensou em negar, inventar alguma desculpa como dizer que estava apenas encostado na porta, mas era melhor dizer a verdade.
— Desculpe Samantha. Eu não resisti à tentação e estava olhando pela fechadura.
— Então quer dizer que você estava me espiando e queria me ver nua?
— Por favor, Samantha, não conte isso ao síndico ou serei expulso do prédio. Meus pais me matariam.
 — Levante, deixa-me fechar a porta.
Harry ficou de pé e Samantha estava apenas de calcinha em sua frente.
— O que está olhando? — Parece que nunca viu uma mulher seminua antes?
Harry fez que não com a cabeça.
— Não precisa se preocupar, você é meu amigo e não vou contar isso a ninguém. Mas quero que prometa uma coisa para mim. Imagino que você já desconfia de minha vida dupla?
— Do que você está falando Samantha? — perguntou ele se fazendo de desentendido.
— Talvez você não saiba exatamente, mas desconfia. Eu sou garota de programa nas horas vagas. Faço isso para conseguir me manter na universidade, mas não quero que ninguém fique sabendo. Como você mora aqui no prédio é impossível esconder isso de você.
Harry não ficou tão chocado, pois realmente ele já suspeitava disso.
— Prometo que não vou contar para ninguém — disse ele sem conseguir desviar os olhos daqueles lindos seios.
— Ótimo! Mas voltando ao início da nossa conversa, você disse que nunca viu uma mulher nua, isso é verdade?
— Sim. Apenas em revistas e agora olhando pela fechadura.
— Mas eu não estou nua?
— Exato, mas as outras vezes você ficou completamente nua.
— Quer dizer que você está me espiando pela fechadura faz algum tempo?
— Desde o dia em que lhe conheci, naquela mesma noite olhei pela fechadura e você estava tirando a roupa.
— Se você nunca viu uma mulher nua isso quer dizer que você ainda é virgem?
Harry confirmou com a cabeça, mas ficou bastante envergonhado com a situação.
— Sente-se aí, vou tomar um banho depois a gente continua a conversa.
Samantha saiu e foi diretamente para o banheiro, mas trancou a porta. Depois de aproximadamente dez minutos saiu enrolada na toalha e entrou no quarto. Harry ficou ali parado ainda envergonhado e não pensou em espiá-la novamente. Depois de uns cinco minutos, Samantha retornou usando uma camisola e sentou no sofá ao lado dele.
— Então você é virgem e estava me espiando pela fechadura todo esse tempo?
— Sim. Fiquei encantado por seu corpo quando a vi naquele dia em que cheguei ao prédio. Ainda naquela noite olhei pela fechadura e você estava tirando toda a roupa. Não consegui mais parar de olhar.
— Então você me deseja, gostaria de transar comigo?
— Sim — a palavra saiu com o tom bem baixo, mas Samantha ouviu perfeitamente.
— Vamos fazer um acordo. Eu tiro a sua virgindade e nós dois continuamos sendo amigos e não conto a ninguém que você ainda era virgem apesar de ter dezoito anos, e você não conta a ninguém que eu sou garota de programa nas horas vagas.
— Mas eu não posso gastar meu dinheiro com prostitutas. Ops. Desculpa Samantha, não foi isso que eu quis dizer.
— Não tem problema. Não ligo para isso. E não se preocupe, você é meu amigo, não vou lhe cobrar nada por meu serviço.
Em seguida Samantha tirou a camisola e ficou apenas com a calcinha toda rendada que estava usando.
— Então, o que você acha disso?
— Você é linda Samantha.
— Vamos fazer um pouco de cada vez. Hoje você vai começar pelos meus seios. Venha cá — disse ela oferecendo o seio direito que Harry abocanhou imediatamente.
— Isso. Vejo que não preciso lhe ensinar como fazer isso, os homens agem por instinto, quando veem uns peitos logo querem chupá-los, e você está fazendo direitinho. Só tome cuidado para não morder os mamilos.
Harry sugava os mamilos com todo o seu desejo, enquanto sugava um acariciava o outro com a mão, depois mudava para o outro seio e fez isso por aproximadamente quinze minutos. Ele sabia que existia algo muito mais gostoso do que aquilo, mas apenas isso já foi o suficiente para que ele ficasse com a roupa toda manchada.
— Pronto, por hoje é isso — disse Samantha afastando os seios.
— Isso foi muito gostoso. Eu passaria a noite inteira me deliciando com seus seios — falou Harry.
— Tenho certeza que sim, também gostei muito, fiquei toda molhadinha. Olha só — disse ela abrindo as pernas e mostrando a umidade da calcinha por sobre o seu sexo.
Ainda bem que por hoje é só isso — pensou Harry, pois já havia gozado em sua cueca de tanto tesão.
 — Qualquer dia desses lhe chamo para que continuemos o nosso trabalho — disse ela enquanto vestia a camisola novamente.
— Tudo bem. Obrigado por tudo Samantha. Boa noite.
— Boa noite querido — disse ela dando um beijo em seu rosto com aquele sorriso sedutor.
Harry voltou para o seu apartamento e foi tomar um banho, depois foi dormir. Se é que conseguiria depois do que aconteceu e mais ainda por causa do que poderia acontecer nos próximos dias.

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Na manhã seguinte Harry acordou atrasado e quando chegou à universidade Samantha já estava lá. Ele sentou ao lado dela e apesar do que havia acontecido na noite anterior tudo parecia como antes. Também não poderia ser diferente, conforme combinado os dois continuavam a serem apenas amigos. No fundo isso era bom, mas ele não poderia contar para nenhum de seus amigos que estava prestes a transar com a moça mais linda da turma.
Samantha não queria que Harry fosse pego espiando através de sua fechadura. Então fez um novo acordo com ele. Quando ele estivesse com vontade bastava bater na porta que ela abriria e então ele poderia vê-la nua, tomando banho e trocando de roupa. Ela sabia que poderia confiar nele.
Na quarta-feira Harry bateu em sua porta e Samantha o atendeu. Ela disse que tinha um compromisso naquela noite e não poderia continuar com o que eles haviam começado, mas que ele poderia ficar ali a observando o quanto quisesse.
Como de costume ela tirou toda a roupa na sala e jogou a calcinha sobre ele que a pegou na mão e a cheirou com intensidade. Na sequência ela saiu andando e entrou no banho deixando a porta aberta. Harry levantou-se e ficou parado na moldura da porta a observando enquanto tomava banho. Sua vontade era de entrar naquele banheiro e fazer tudo o que passava por sua cabeça, mas Samantha deu sua palavra, ele só precisava ter um pouco de paciência para esperar o momento certo.
Ela saiu do banho completamente nua depois de secar o corpo, foi para o quarto e se maquiou e se perfumou em frente ao espelho, depois vestiu um fio dental vermelho e um sutiã de renda. Em seguida colocou um vestido sedutor e calçou os sapatos de salto alto.
— Então, o que você acha disso Harry? — disse ela mostrando sua beleza estonteante.
— Eu pagaria o valor que você pedisse para poder transar com você, isso se eu tivesse condições.
— Já disse que não precisa pagar nada, você vai ter tudo isso aqui, é só uma questão de tempo — disse ela insinuando o seu corpo.
— Agora eu tenho compromisso, mas prometo que amanhã continuo aquilo que começamos outro dia.
Harry voltou para seu apartamento e Samantha saiu para vender o corpo. Ele não queria nada mais do que apenas sexo, mas o fato de saber que outros homens a possuíam o deixava com uma pontinha de ciúmes.

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